Colégio Santa Cruz

9º ANO E ENSINO MÉDIO

Conhecimento Científico, Valores cristãos e Princípios éticos são os alicerces da formação integral do Colégio Santa Cruz, os quais perpassam as dimensões intelectual, física, cultural e socioemocional, por isso a proposta pedagógica do 9º ano e do Ensino Médio tem como objetivo proporcionar a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, viabilizando a continuidade dos estudos, além de garantir a preparação efetiva para as avaliações externas PAS/UEM, ENEM (SISU), Vestibulares, o trabalho e a cidadania.

Para que a nossa proposta se consolide, o 9º ano e o Ensino Médio possuem os mesmos referenciais pedagógicos, a fim de preparar nossos alunos para as necessidades e exigências desta fase final da educação básica e tem como intencionalidade oferecer subsídios para continuarmos apresentando as melhores respostas educativas.

Vivemos tempos e configurações-sociais, culturais, políticas, econômicas, educacionais, tecnológicas, entre outros, marcados pela efemeridade, por conflitos e descompassos sociais que impactam a construção de uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária. São realidades que se transformam rapidamente e que apresentam demandas cada vez mais específicas, exigindo de todos nós uma constante reimaginação de sentidos e significados que envolvem o nosso ser e o viver juntos.

Nesse cenário, novas perguntas emergem em nossos ambientes educativos todos os dias, exigindo novas respostas, ressignificação das nossas ideias e comportamentos. Enfim, somos convocados a repensarmos os processos formativos na perspectiva da aprendizagem e das experiências conectadas com as realidades. Por isso, a nossa prática pedagógica no Colégio Santa Cruz busca, nos contextos social, científico e humanizador, assegurar a qualidade educacional e a formação integral e integradora dos nossos educandos. Nessa perspectiva, nossa proposta curricular para 9º anos e Ensino Médio está atualizada em conformidade com a legislação.

Viver, aprender e se relacionar tem exigido, cada vez mais dos educandos, maior autonomia e mobilização de capacidades para construir posicionamentos e compreensão dos cenários em tela, frente ao volume substancial de informações e conhecimentos disponíveis.

Nesse contexto a escola se fortalece como espaço privilegiado para a experiência do autoconhecimento; da construção identitária e de projetos de vida; para a autoria, a crítica e a criatividade na produção de conhecimentos; e para práticas sociais participativas, colaborativas e corresponsáveis, embasadas pelas competências gerais explicitadas na Base Nacional Comum Curricular.

Essas competências gerais contemplam integradamente conceitos, procedimentos, atitudes e valores, enfatizando a necessidade de desenvolvimento de saberes socioemocionais, que perpassam os conteúdos das quatro áreas de conhecimento e estão integradas por meio do Projeto de Vida. Dessa maneira, o desenvolvimento da empatia, da colaboração e da responsabilidade supõe processos intencionais vivenciados nas interações em que essas habilidades são mobilizadas simultaneamente aos processos cognitivos.

Para que o conjunto das competências gerais possa ser efetivamente garantido, é necessário enxergar o estudante de uma nova forma, reconhecendo todo o seu potencial de desenvolvimento. É necessário acreditar que todos podem aprender e, ainda, ter a necessária flexibilidade para a adoção de estratégias metodológicas que promovam a autonomia do estudante.

Conforme descrito na BNCC, à escola cabe:

[…] proporcionar experiências e processos que lhes garantam [aos estudantes] as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento dos novos desafios da contemporaneidade (sociais, econômicos e ambientais) e a tomada de decisões éticas e fundamentadas. O mundo deve lhes ser apresentado como campo aberto para investigação e intervenção quanto a seus aspectos políticos, sociais, produtivos, ambientais e culturais, de modo que se sintam estimulados a equacionar e resolver questões legadas pelas gerações anteriores – e que se refletem nos contextos atuais –, abrindo-se criativamente para o novo. (BRASIL, 2018, p. 464)

Para tanto, nossa estrutura está organizada com base nos princípios específicos, explicitados no artigo 5º da Resolução CNE nº 03 de 2018.

As diretrizes curriculares nos convidam a repensar e dinamizar o fazer pedagógico, nos propõe o envolvimento dos adolescentes e jovens no processo educativo.

(…) a juventude como condição sócio-histórico-cultural de uma categoria de sujeitos que necessita ser considerada em suas múltiplas dimensões, com especificidades próprias que não estão restritas às dimensões biológica e etária, mas se encontram articuladas com uma multiplicidade de atravessamentos sociais e culturais, produzindo múltiplas culturas juvenis ou muitas juventudes (PARECER CNE/CEB, 2011, p. 12).

Nesse sentido, respeitam-se os marcos legais, os fundamentos pedagógicos da Base Nacional Comum Curricular com foco no desenvolvimento de competências e considera-se a atualização dos processos formativos regulares de suma importância para o momento que vivemos.

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